Qual a concentração de oxigênio medicinal? 

Pensar em procedimentos realizados no setor hospitalar sem focar na importância do oxigênio medicinal é impossível, afinal, a substância é responsável por auxiliar em uma série de procedimentos e pode inclusive ser um fator determinante para evitar óbitos.

Um exemplo disso foi visto quando houve o colapso no sistema de saúde de Manaus, no Amazonas, por conta da falta de cilindros de oxigênio para tratar pacientes com coronavírus. Caso não tivesse havido a falta do insumo, muitos pacientes poderiam ter sobrevivido. 

E é sempre bom destacar que não é apenas em momentos de crise sanitária que o oxigênio industrial é utilizado, visto que ele também é indispensável para bebês em incubadoras, pessoas em coma, complementação da inalação de medicamentos em cirurgias, etc. 

Levando tudo isso em consideração, é óbvio que donos e gestores de hospitais precisem ter sempre o produto estocado, fazendo com que o processo de compra seja frequente. É nesse cenário que os cuidados básicos com o insumo começam. 

Um ponto inicial para se ter em mente é que o oxigênio medicinal não é igual o industrial, o que automaticamente cria a necessidade de encontrar fornecedores especializados no insumo correto. Para isso, uma minuciosa pesquisa de mercado deve ser realizada. 

Ainda nessa etapa, o cliente precisa entender que o cilindro utilizado para o armazenamento do insumo deve ser desenvolvido com matérias-primas de alta resistência e ser obrigatoriamente verde, a fim de se adequar aos requisitos estabelecidos pela legislação. 

Depois de ter toda essa base sobre o oxigênio medicinal, é fundamental que a pessoa que irá adquiri-lo saiba alguns detalhes sobre sua concentração, bem como as precauções para evitar acidentes envolvendo o insumo. Saiba mais acompanhando esse artigo! 

Detalhes sobre a concentração do oxigênio medicinal

Segundo especialistas, o ar que respiramos é composto por aproximadamente 21% de oxigênio. Quando um processo ou tratamento demanda a utilização do insumo, é comum que seja necessária uma dose maior. 

Com relação ao oxigênio medicinal, é tradicional que ele apresente uma concentração extremamente alta de pureza, variando entre 93% e 99,5%. Não apenas isso, é válido citar que ele costuma estar em uma pressão de 200 bar. 

Mas atenção: é sempre importante ter um controle minucioso sobre a quantidade de gás utilizado em um processo hospitalar. Isso porque a exposição direta de uma pessoa a índices de oxigênio superiores a 75% pode causar uma série de problemas. 

Em casos teoricamente mais leves, os incômodos envolvem tontura, náuseas, irritabilidade, câimbras e dor de cabeça. Enquanto isso, a lista dos mais graves pode ser composta por perda de reflexo, alteração auditiva, dificuldades respiratórias, hipotermia, redução dos batimentos cardíacos e convulsões, que podem inclusive levar à morte. 

Cuidados que devem ser tomados com a substância 

Como já deu para perceber, o oxigênio medicinal é um produto de vital importância em hospitais, devendo sempre ter um estoque para assegurar que nunca falte. Contudo, para que esse armazenamento seja possível, é necessário seguir alguns passos. 

Um cilindro de oxigênio medicinal deve sempre estar disposto na vertical e em locais de baixo tráfego de pessoas. Além disso, é indispensável que o ambiente seja bem ventilado, sem umidade e longe de fontes de calor ou combústiveis. 

Para evitar acidentes, é fundamental separar os cilindros vazios dos cheios, visto que, além dos problemas citados, o insumo pode gerar queimaduras em contato direto com a pele. Ademais, no momento do manuseio, é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).

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Por |2021-10-21T17:31:52-03:00setembro 24th, 2021|sem categorias|0 Comentários